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Assista ao trailer legendado do filme Live Action de Samurai X (Rurouni Kenshin)

20 dez

Quando anunciaram o filme de Rurouni Kenshin (ou Samurai X por aqui) acho que uma boa parte do povo que lê este blog ficou espantado com a notícia. Uns céticos e outros muito ansiosos por imagens e trailer do filme. E eu sou um desses caras.

Quando anunciaram Takeru Sato como Kenshin fiquei com o pé atrás, quando vi a foto dele (acima) com o “X” pequenino no rosto fiquei cético de que sairia algo bom, mas isso tudo mudou quando assisti ao trailer e percebi que o diretor é Keiji Ôtomo, veterano de famosas jidaigeki da tv japonesa. Ah, jidaigeki, como o nome diz são aquelas novelas de época, as famosas novelas históricas.

Enquanto no Brasil temos Dom João VI comendo frango sem lavar as mãos, lá no Japão existem samurais lutando por sua supremacia e o domínio do estrangeiro. Por isso a maioria das novelas de época tem samurais e muita luta. Não preciso dizer que para mim as novelas históricas japonesas são muito mais legais.. :P

 

Enfim, quando eu botei as mãos no trailer do filme tratei logo de legenda-lo e procurar os personagens para tentar adivinhar a trama. E não é que vão mostrar uma versão cinematográfica do começo da história em que Kenshin some depois do Bakumatsu, mas continua a ser perseguido tanto por samurais rivais quanto pelo governo.

Um dos maiores vilões do filme promete ser Jin E Udou, o samurai do chapéu negro, que aparece no trailer bem rapidamente, mas que rende uma das batalhas mais intrigantes do anime.

 

Abaixo seguem algumas informações para você relembrar o desenho animado e entender o trailer do filme:

Kenshin é chamado de Battousai (“gênio do Battou”), por ser mestre no Battoujutsu, uma técnica que consiste em matar adversários com apenas um único golpe certeiro.

Bakumatsu (幕末, Bakumatsu) foi o período que abrange os últimos anos do período Edo, que corresponde ao final do xogunato Tokugawa na história do Japão. Esta fase é caracterizada por grandes eventos ocorridos entre 1853 e 1867, quando o Japão terminou a sua política de isolamento conhecida como sakoku, e houve o fim do feudalismo sob o comando da figura do xogun iniciando o período Meiji.

A principal divisão política e ideológica durante este período foi entre os ishin shishi, pró-imperialista (patriotas nacionalistas), um nacionalismo emergente anti-ocidental, que cresceu entre Tozama Daimyo (“senhores de fora”) e as forças do xogunato, incluindo a elite Shinsengumi, que ocorreu após chegada do comodoro Matthew Perry à costa japonesa.

Neste período de transição ocorreram muitas guerras e assassinatos. Foi neste período que Kenshin tornou-se Battousai, o retalhador. Cansado de mortes, quando o xogunato acabou ele desapareceu, mas sua lenda ficou entre os espadachim da época. São estes que na era Meiji resolvem procurar pelo assassino, hoje “aposentado” tentando esquecer seu passado.

O filme Rurouni Kenshin estréia no dia 25 de agosto no Japão, e bem como Patrulha Estelar, só deve aparecer por aqui quando sair em DVD e pudermos comprar versões originais porque no Brasil ninguém tá nem aí para este tipo de filme baseado em anime, mas que certamente por aqui teria uma bilheteria muito bacana por conta do sucesso dos mangás e do desenho. Acesse o site oficial do filme em japonês clicando aqui.

Eu fiquei muito a fim de reler a série e assistir aos OVA depois de ver o trailer, e você?

Toyota + Doraemon = propaganda japonesa engraçada

22 nov



Acho que pouca gente aqui no Brasil conhece as histórias de Doraemon, um mangá super famoso no Japão, que conta a história de um gato azul que vem do futuro para ajudar Nobita, um garoto todo atrapalhado. A função de Doraemon é fazer com que o futuro de Nobita tenha um outro rumo já que da maneira como ele viu, o menino vai ser um pobretão enrolado em dívidas. Para isso Doraemon conta com um arsenal de objetos futuristas que ele tira de um bolso especial.

As histórias são produzidas de forma fechada e em cada capítulo Doraemon tira uma de suas traquitanas na esperança de ajudar o garoto a tomar jeito, enfrentar o valentão do colégio e se dar bem com seu amor platônico, a adorável Shizuka. O problema é que o menino sempre faz tudo errado e o aparelho que devia ajuda-lo acaba atrapalhando tudo e rendendo situações engraçadíssimas. Faz sucesso no Japão desde 1969.

Doraemon também é o embaixador do anime fora do país (leia mais aqui).

Bom, aí chegamos ao comercial acima. Para anunciar seu carro novo a Toyota resolveu brincar com o futuro de Nobita. No começo vemos em anime Shizuka perguntando aos amigos: “O que será que vamos ser quando crescer?”

Um deles responde: “eu serei rico” e o outro “um cantor”. Quando chega a vez de Nobita ele não sabe o que dizer e o Doraemon retruca: “Ei, você não tem sonhos?” Neste momento passa um carro e Nobita solta a pérola: “Ah, já sei eu vou dirigir por aí com a Shizuka” e todos caem na gargalhada. Ele fica bravo e diz: “O que é que vocês acham estranho!!!”.

O tempo passa e vemos Nobita 20 anos depois.

O motorista é o valentão Jayan (o mesmo que sempre o pega pelo pescoço no mangá) e ao descer do carro e se desculpar com o valentão o narrador simplesmente diz: “Nobita, 30 anos. Ainda solteiro”.

Para quem conhece as histórias de Doraemon o comercial é bem engraçado. O anime clássico chegou a passar por aqui na falecida Rede Manchete, mas não fez sucesso.

O vinho: a nova estrela dos mangás japoneses

9 jul

Le vin : nouvelle star des mangas japonnais !

par Kevin Chaulet

Quelle surprise pour ces viticulteurs français qui se sont aperçus qu’ils étaient célèbres au Japon grâce à un manga (une bande dessinée). Celui-ci a été créé par Shu Okimoto, une dessinatrice japonaise de BD et s’intitule « Les Gouttes de Dieu ».

D’après le site www.lexpansion.com, l’idée lui est venue lors d’une dégustation en France au Château-Poupille de Philippe Carille. Cette BD, dédiée au vin, a rencontré un franc succès au Japon où elle s’est écoulée à plus de 3.5 millions d’exemplaires. Grâce à elle, beaucoup de vins français, dont il est fait référence dans le manga, ont bénéficié d’une notoriété accrue au Japon et donc d’une importante augmentation de leurs ventes. Comme l’explique Philippe Carille, depuis la parution de la BD il y a 3 ans, le succès est toujours présent : “Nous n’avons qu’un vin mentionné dans le tome ix de la série : un château-poupille 1999, désormais introuvable. Mais les amateurs du manga s’intéressent à tous les millésimes. Résultat : mon volume d’activité a augmenté de 30 %”. Il faut tout de même noter que ce surplus d’activité n’est pas le même pour tous les vins cités dans la bande dessinée, les vins « haut de gamme » ou déjà connus au Japon n’ont pas observé d’importants changements depuis la parution de l’œuvre de Shu Okimoto. Cependant, même si la croissance des ventes n’est pas au rendez-vous pour tous, « Les Gouttes de Dieu » a donné un nouveau souffle au marché du vin comme nous l’explique Jean-Nicolas Méo, directeur de Méo-Camuzet, l’un des terroirs les plus prestigieux de Bourgogne : “Le manga a fait un bien fou au marché du vin. Il nous a apporté de la fraîcheur et nous a rapprochés des consommateurs, constate Vincent Lécheneaut, producteur de bourgogne. Les Japonais viennent dans nos propriétés pour goûter nos vins. Certains apprennent même le français pour l’occasion.”

O Vinho: a nova estrela dos mangás japoneses

Por Kevin Chaulet

Foi uma surpresa para os vinicultores franceses quando perceberam que estavam famosos no Japão por meio de um mangá (História em quadrinhos) criado pelo ilustrador Shu Okimoto, chamado “As Gotas de Deus” (Kami no Shizuku).

De acordo com o www.lexpansion.com, a idéia veio ao autor em uma prova de vinhos que fez na França, no chateau Philippe Poupille Carille. A história dedicada ao vinho, foi um estrondoso sucesso no Japão, onde vendeu mais de 3,5 milhões de cópias. Com isso, muitos vinhos franceses, referidos no mangá tiveram uma maior visibilidade no Japão e, por conseguinte, um aumento significativo nas vendas. Conforme explicado por Philip Carille, desde a publicação dos quadrinhos há 3 anos, o sucesso está sempre presente: “Nós temos um vinho referido no nono volume da série: um castelo poupille 1999 que ficou famoso. Mas os fãs do mangá estão interessados em todas as safras. Resultado: o meu volume de negócios aumentou 30%. Devemos, no entanto, notar que esta atividade extra não é a mesma para todos os vinhos referidos nos quadrinhos, o fim dos vinhos “alta” ou já conhecidos no Japão não observaram mudanças significativas desde a publicação da obra de Shu Okimoto. Mas mesmo se o crescimento das vendas não é nada, “as gotas de Deus deram um novo impulso ao mercado do vinho”, como disse Jean Nicolas Meo, diretor do Meo-Camuzet, um dos vinhedos mais prestigiados da Borgonha: “O mangá  trouxe muita coisa boa para o mercado do vinho. Ele nos trouxe um frescor e nos aproximou mais de nossos consumidores”, diz Vincent Lécheneaut, produtor da Borgonha. “Os japoneses vêm para as nossas propriedades para provar os nossos vinhos. Alguns chegam até a aprender o francês para a ocasião” completou.

This article was originally published at http://webcaviste.com/a/le-vin-nouvelle-star-des-mangas-japonnais/

Interessantíssimo isso.  O que me deixa espantado é saber que um quadrinho tem tanta força quanto qualquer jornal ou revista importante em um país como o Japão. Kami no Shizuku (As gotas de Deus) fez tanto sucesso por lá que virou até novela em 2009.

O personagem principal da história chamado Shizuku Kanzaki, descobre a beleza do vinho, logo depois que seu pai, um famoso crítico, morre e deixa para ele uma herança diferente: a descrição de 12 vinhos que ele considerava os melhores do mundo, comparados aos apóstolos de Jesus Cristo.  O primeiro passo para encontrar estes 12 apóstolos é herdar a coleção de vinhos do pai, o que o coloca contra seu irmão Issey Tomine, que  já é um famoso crítico de vinhos japonês.

Não é incrível?

Akira Toriyama e Masakazu Katsura juntos!

8 dez

Parece surreal, mas é verdade! Akira Toriyama (autor de Dragon Ball) e Masakazu Katsura (Video Girl Ai) vão lançar um mangá juntos que começa a ser publicado a partir do dia 10 de dezembro no Japão.

Eu não sei absolutamente nada sobre o novo título que se chama Jiya, mas dizem que é um Sci-Fi Action… será que é legal? As imagens são bizarras, mas os nomes envolvidos são bons. É esperar para ver.

“Otaku ocidental não consome nada!”

11 out
Olha um quarto de Otaku japonês!

Olha um quarto de Otaku japonês!

Nesta semana que passou foi essa a afirmação que eu mais ouvi de algumas empresas por aí, mas vou usar uma em especial como exemplo pra esse texto. No mês que vem o querido canal Animax feito para os fãs de animes (vulgo Otaku) vai passar por uma reformulação. Deixará de ser um canal especialmente de animes e vai incluir outros programas, músicas e até seriados em sua programação. É nada mais de “Só animes!” ou músicas pop japonesas em seus intervalos. O público do canal em geral ficou chocado, e já andou cogitando inúmeras razões para essa mudança radical na direção da Sony em relação ao Animax, sendo uma delas a de que o canal não anda lá bem das pernas. E quer saber a verdade? O Animax não anda bem das pernas mesmo e sabe porque? Porque eles chegaram a mesma conclusão de muitas outras empresas que investem nesse mercado de que “Otaku ocidental não consome nada”! E se ele não gasta dinheiro pra que um canal como esse exista, então porque continuar investindo nisso, certo?

Infelizmente chegamos a conclusão de que há muito se falava: de que os próprios fãs acabariam com esse mercado. E realmente é isso que estamos fazendo. Detonamos com tudo o que era oficial. Os canais de tv que costumavam investir nesse tipo de produção estão parando de fazer isso, as empresas de produtos relacionados ao assunto também os estão deixando de lado.

Eu acredito que a causa seja o fato de o fã ocidental de animação japonesa ser um cara (ou uma mina!) formado na internet. Na minha época de fã, eu me lembro de gastar fortunas com cards, VHS, mangás e produtos que lembravam o que eu mais gostava (que era Dragon Ball!). Os fãs que evoluíram depois de mim também gastavam comprando DVDs e outros produtos. É só nos lembrarmos de Cavaleiros do Zodíaco, dos mangás que vendiam muito, dos DVDs que foram um sucesso, dos Cloth Myth, dos produtos para festas, fantasias para crianças, etc.

American Goku!

American Goku!

Infelizmente, a nova geração de fãs está bem longe de gastar com estas coisas. Ele vê tudo pela internet, consome mangás escaneados e traduzidos, baixa jogos piratas e não tá nem aí pro que vá acontecer daqui pra frente.

E falando em Animax, TODOS os canais do mundo inteiro vão sofrer a mudança radical com EXCEÇÃO do Japão onde deverá continuar o mesmo porque lá o povo consome e muito. É quase impossível estando no Japão ficar sem comprar um chaveiro, um adesivo ou até mesmo cantar no karaokê as músicas da modinha.

E aqui a galera se contenta em baixar tudo de graça, não consome quase nada e ainda reclama que isso tá caro, que aquilo tá caro e assim vai. Sabe qual é o novo alvo deste “novo” Animax? Aqueles garotos “pseudo-alternativinhos” que a galera tende a chamar de geração MTV. Um cara que trabalha e tem entre os seus 16 e 18 anos e gasta uma boa parte do salário em bugigangas e coisas bacanas do mundo pop. Tem um amigo meu que define a MTV como uma coisa engraçada, algo assim: “O cara que assiste esse canal é um cara que  fuma maconha e quando o chamam de maloqueiro fica com raiva, ao mesmo tempo em que gasta a grana do pai com coisas idiotas e quando é chamado de Boy fica com raiva também. Ou seja o cara é meio hype, meio playboy”. Essa não é a minha opinião, hein! Que fique bem claro isso! Mas deu pra notar que é pra esses caras que as novas empresas estão mirando no futuro, o cara adolescente que ganha um troco e é guiado pela modinha. Aliás, eu acho que sempre foi assim. Temos que reconhecer. O único problema é que talvez a moda do anime tenha acabado no resto do planeta com exceção do Japão.

O cara das novas modinhas é o tipo de pessoa que vai consumir no lugar dos “fãs de anime” que não se importam o suficiente com o mercado porque se formaram na época do Free, a teoria onde tudo que vem da web tem que ser de graça.

E o fã de anime de hoje é internauta mesmo, se forma na rede. Até porque ele não fica sabendo de mais nada fora desse meio digital, já que por aí já não se fala mais sobre o assunto. (Só como exemplo, canais americanos e japoneses resolveram exibir alguns animes de graça em seus sites oficiais na tentativa de encontrar uma maneira de ganhar dinheiro com isso no futuro!)

Será que há uma solução para que vocês não sejam abandonados?

Os games também sofrem por isso. Eu estou trabalhando em uma editora agora e dentro de um núcleo de games. Já, já, vocês ouvem falar de mim por aí. Por enquanto mantemos o sigilo…rs.. :P

Pesquisando sobre o que estamos fazendo, eu resolvi entrar na internet e ler o que os caras dizem sobre a revista que é publicada pela editora em que eu trabalho, e comecei a ouvir opiniões muito ruins sobre o assunto. Tem até um tópico chamado: “A decadência das revistas de games” que fala como as revistas de games são desatualizadas no mercado, como não vale a pena gastar uma grana com elas e como tem gente que compra só pra ser saudosista, não porque realmente curta e tal. Eu li e fiquei super chateado, mas depois eu pensei: “Po, mas não é pra esse cara que tô querendo criar alguma coisa! Esse cara lê as notícias da web e baixa tudo pirata. Definitivamente não é ele quem vai gastar 10 pilas na minha revista”. E tenho que confessar que já pensei que as revistas iam acabar assim também, mas sei que não posso esquecer você, “cara maluco que acha que as revistas têm que acabar”, mas tenho que lhe dizer uma coisa da mesma forma que alguém me disse, sinceramente, espero que na hora certa, você dê a chance de ver o que anda chegando ao mercado. De repente você pode se surpreender.

Tem que haver uma maneira de se criar um meio-termo entre revista e internet algo que nos últimos 5 anos grandes editoras achavam que não existia, mas existe sim. Anos atrás, uma revista gigantescas e tradicionail, a Electronic Gaming Monthly parou sua publicação. Foi vendida pra concorrente porque tudo o que a revista fazia era facilmente encontrado na internet. Como eu disse antes, a internet tornou a procura por informações infinitamente mais fácil. Então como resolver isso? A solução está em fazer aquilo que não existe na web em integrar um conteúdo que junte tanto o fã da net quanto o das revistas. Todo mundo sabe que isso é possível, mas é tão mais complicado! Com pouca grana e muito esforço, logo qualquer jornalista perde o pique e passa a copiar tudo da internet porque é o jeito mais simples. Já no meu caso, eu quero que o cara copie da minha revista e jogue na rede! Faça o inverso!

Esse pensamento é maluco, mas ele existe! Basta olhar para uma publicação de games gigantesca como a japonesa Famitsu, por exemplo! Ela tem as suas páginas escaneadas toda a semana na web e suas notícias correm o mundo através de seu site. Você não iria querer comprar algo assim? Quando eu estava no Japão, gastei uma boa grana comprando a Famitsu. Eu ficava tão feliz toda a semana porque sempre tinha algo novo e estando por lá eu sabia que era um dos primeiros brasileiros do planeta a saber o que rolava.

Pensando nisso, eu fico alucinado! Parece um trabalho de gente louca porque é muito grande e eu não ganho o suficiente para isso (aliás no cenário de games nacional, ninguém ganha!). De qualquer maneira, se eu não conseguir, pelo menos devo ter a sensação de que eu tentei..rs..

E qual não foi a minha surpresa ao olhar nas bancas da Av. Paulista e perceber que a revista americana Gamepro continua a ser publicada até hoje. E depois disso, resolvi dar uma olhada na web e descobri que a Electronic Gaming Monthly retornará em dezembro e pelas mãos do criador Steve Harris!… Olha só o site deles: http://www.egmnow.com/

Poxa, revistas tradicionais americanas estão voltando, talvez uma tradicional brasileira também possa renascer não acham?