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Um encontro com Darling de ダーリンは外国人

16 mai

O que eu tinha em comum com o Tony? Uma namorada chamada Saori.

Essa história começou faz tempo. No ano passado eu namorava um garota japonesa chamada Saori que veio ao Brasil em 2007 fazer intercâmbio de língua portuguesa na Universidade em que eu estudava. Ficamos amigos, saímos bastante e logo nos apaixonamos. No final de 2007 o intercâmbio acabou e ela teve que retornar ao Japão, mas o amor continuou. Tentamos nos separar, mas alguma coisa nos puxava a ficar juntos. E assim tentamos manter o relacionamento a distância com internet, presentes e cartas. Ela veio ao Brasil mais duas vezes e eu fui ao Japão uma vez e moramos juntos por 3 meses. Nestes 3 meses cada vez que entrava em um trem em Tóquio me deparava com pequenas histórias em mangá que contavam as aventuras de Saori, uma garota que queria ser desenhista de quadrinhos, que era casada com um americano chamado Tony Laszlo.  Isso foi o suficiente para que criássemos várias brincadeiras sobre o assunto e meu interesse pela história de Saori cresceu. Em janeiro de 2009 voltei ao Brasil, a minha Saori veio mais um vez em março e depois tentamos manter o relacionamento por mais algum tempo, mas a distância nos venceu em novembro do mesmo ano. Trabalhando em uma empresa japonesa, Saori tinha muito compromissos e como mandam as maravilhosas “regras invisíveis” do Japão, ela passou a se dedicar a empresa, aos amigos da empresa e foi sacrificando o tempo que havia para nós que se resumia apenas a conversar pelo Skype (uma merda, by the way!). Assim, no final dolorosamente nos separamos.

Até o começo deste ano ainda estávamos nos falando de vez em quando, mas repentinamente ela parou de responder emails e atender as minhas ligações. Eu fiquei chateado com isso, mas só fui perceber quando estive no Japão na semana passada que ela tinha encontrado um novo amor. E sem avisar, simplesmente parou de me contatar. Foi bem triste saber disso, mas não pelo fato dela ter encontrado alguém, já que não há nada a se fazer em relação a distância, mas sim pelo fato de não ter tido a consideração (ou talvez a coragem) de me dizer o que estava acontecendo. Eu fiquei durante algum tempo achando que algo havia acontecido com ela, ou que talvez eu tivesse dito algo que a ofendeu, sei lá.

Enfim, de todas as brincadeiras que fizemos, eu descobri que a Toho estava produzindo um filme baseado no livro, ダリンは外国人. Depois disso fiquei interessado na produção e fui atrás da pessoa que seria o Tony no filme, o ator americano Jonathan Sherr. Trocamos muitos emails, falamos bastante sobre a vida, sobre como eu queria tanto morar no Japão e como amava a cultura japonesa, apesar de ter um olhar crítico a muitas coisas, etc.

Na semana passada durante a visita a Konami no Japão, mesmo sem muito tempo para conversar, o Jonathan veio me encontrar na porta do prédio da empresa. Foi muito legal e muito rápido. Nesta uma hora em que falamos sobre a vida, deu para entender que, mesmo distantes, nos tornamos bons amigos por termos alguns pontos em comum. Logicamente que arrumei tempo e fui ver o filme e confesso que, apesar de uma comédia romântica, em certas cenas acabei chorando. Algumas se pareciam muito com situações que eu havia vivido com a Saori enquanto estávamos juntos.

O Jonathan disse que ficou feliz em me conhecer porque o brasileiro é muito otimista e ser assim é muito importante. É bom ter uma pessoa a nossa volta que nos faz sentir bem, quando sentimos que não temos mais forças para prosseguir. Na verdade, ele foi uma das pessoas que me ajudaram a ter energia durante a semana corrida que passei em Tóquio, logo depois de saber que a minha ex já tinha outro e não tinha a mínima intenção de sequer conversar mais comigo. Confesso que fiquei me sentindo uma caca.

O que me interessava muito na Saori era o fato dela ser “a pessoa que eu mais gostava no lugar em que eu mais gostaria de estar”. Sempre que falava com ela parecia estar fazendo algo incrível, mesmo quando era algo simples da vida cotidiana, e isso me deixava com mais vontade ainda de morar em Tóquio.

Essa semana eu descobri que não é apenas ela, mas sim todos que conheço que me deixam com vontade de morar lá. Tempo é relativo e mesmo sem muito, o Masao meu amigo de muitas aventuras saiu da empresa em que trabalha, a poderosa Itochu, as 22h30 e foi até o hotel só para me dar um abraço e me perguntar como eu estava. A Sae, pintora que vai ficar famosa um dia, veio logo na terça, e apesar do meu dia ter tudo para ser ruim, ela me animou mesmo com todo jeito nerd dela. Foi muito divertido.

Antes de embarcar no vôo fui ver o bebê de uma amiga que acabou de nascer e se chama Yuka. Linda menininha. Não vejo a hora de ensina-la a falar português. :P

A Rita que é minha amiga brazuca, por falta de tempo e de uma ou duas ligações acabamos não nos vendo, mas se eu tivesse tido um pouquinho mais de tempo certamente a teria encontrado. Assim como o Shinpachi, a Naoko, o Ryusuke, Yohsuke, Ai, Miku, o Juliano e mais um monte de pessoas que eu conheço. E sei que de alguma maneira todas elas fazem parte da minha vida mesmo estando em lugares tão distantes. Acho que isso é o mais importante.

僕は「日本に住みたい!」と言うとき、僕のために東京は一番好きなところです。東京でたくさん大事な友達にいるんです。皆、一度も忘れないです。

Me emocionei com este trailer…

7 fev

Nessa semana que passou o Juba me  ligou para dizer que tinha saído o primeiro trailer de ダーリンは外国人 (Meu Marido é um estrangeiro) e eu fui correndo assistir. E fiquei emocionado.

Eu já falei muito desse filme por aqui e das razões do porque acho que tem tanto a ver comigo. A minha ex-namorada japonesa se chamava Saori, o mesmo nome da autora do mangá e da protagonista do filme. Sempre que eu entrava no metrô com ela a gente ria vendo as aventuras de Saori e Tony em quadrinhos que eram exibidos nas telas de tv dentro do trem.

A vida foi passando e ficamos mais de 2 anos namorando sendo que a maioria deles foi a distância juntando dinheiro e acertando dias para se encontrar. E o pior de tudo: “eu detesto esse tipo de coisa”. Mas aceitava o namoro a distância porque gostava muito da Saori e sei que ela gostava muito de mim. O tempo foi passando e ficamos separados. Vieram momentos difíceis e ela achou melhor terminar do que levar a diante. Por mim, eu toparia qualquer coisa para ficar ao lado dela, morar no Japão, ter que procurar outra carreira ou até mesmo sustentá-la aqui no Brasil se ela quisesse vir. Mas meus outros amigos japoneses sempre diziam: “Renato, a Saori é japonesíssima” (era assim mesmo… rs).

Quando eles diziam isso queriam me falar que a Saori segue um caminho certo na vida. Segue o que já foi “pré-definido” para ela fazer. Se esforça naquilo que quer. De fato eu sabia disso e acho que era por isso que eu gostava tanto dela. A Saori era o oposto de mim. Enquanto eu era louco e não tinha medo de arriscar, a Saori era mais organizada e decidida. Acho que nos equilíbravamos.

Faz apenas 3 meses que terminamos e eu ainda sofro por isso. Impressionante! Queria simplesmente desencanar, mas não consigo. Bom, acho que deve ser mais fácil para ela.

Enfim, o primeiro trailer do filme mostra a Saori e o Tony namorando e os familiares enchendo o saco pra ela terminar. Mesmo com isso ela se esforça para ficar com ele. Queria que de alguma maneira a Saori que eu conheci fosse parecida com essa.

No trailer tem duas cenas interessantes que são do Tony falando coisas em japonês que são engraçadas para os japoneses. Afinal uma pessoa falando uma língua diferente sempre tem certas dúvidas porque tendemos a tentar adaptar a língua estrangeira para a nossa língua.

E acontecia a mesma coisa comigo e com a Saori. O nome do meu album de fotos no flickr é http://www.flickr.com/photos/bicuripapagaio/

Esse “Bicuri Papagaio” é de uma das nossas brincadeiras. Uma vez a Saori estava com dor nos ombros e eu disse a ela: “Isso deve ser bico de papagaio”. E ela respondeu: “Porque tem esse nome?” E eu disse: “Ah, sei lá será que se um papagaio picar os ombros da pessoa ela fica com dor?” E ela respondeu:“Hmmm, mas porque ele está assustado?”

Aí eu entendi… Quando eu disse “bico de papagaio” ela entendeu “Bikkuri papagaio”… A palavra Bikkuri em japonês é “assustado” ou “surpreso”. Eu achei tão legal que acabei usando no meu flickr.

Eu tentei legendar o trailer, mas achei complicado traduzir e expressão em japonês que aparece na parte em que o ônibus passa direto.

A Saori e o Tony existem na vida real. A história de ダーリンは外国人 é baseada na vida da autora Saori Oguri que é casada com Tony Laszlo. Hoje os dois já tem um filho que também virou personagem de quadrinhos. Será que o filme terá continuação? Eu espero que sim, depois que virei amigo do Jonathan Sherr, eu fico torcendo para ele se dar bem! (O Jonathan é o Tony aí do trailer!).

“Otaku ocidental não consome nada!”

11 out
Olha um quarto de Otaku japonês!

Olha um quarto de Otaku japonês!

Nesta semana que passou foi essa a afirmação que eu mais ouvi de algumas empresas por aí, mas vou usar uma em especial como exemplo pra esse texto. No mês que vem o querido canal Animax feito para os fãs de animes (vulgo Otaku) vai passar por uma reformulação. Deixará de ser um canal especialmente de animes e vai incluir outros programas, músicas e até seriados em sua programação. É nada mais de “Só animes!” ou músicas pop japonesas em seus intervalos. O público do canal em geral ficou chocado, e já andou cogitando inúmeras razões para essa mudança radical na direção da Sony em relação ao Animax, sendo uma delas a de que o canal não anda lá bem das pernas. E quer saber a verdade? O Animax não anda bem das pernas mesmo e sabe porque? Porque eles chegaram a mesma conclusão de muitas outras empresas que investem nesse mercado de que “Otaku ocidental não consome nada”! E se ele não gasta dinheiro pra que um canal como esse exista, então porque continuar investindo nisso, certo?

Infelizmente chegamos a conclusão de que há muito se falava: de que os próprios fãs acabariam com esse mercado. E realmente é isso que estamos fazendo. Detonamos com tudo o que era oficial. Os canais de tv que costumavam investir nesse tipo de produção estão parando de fazer isso, as empresas de produtos relacionados ao assunto também os estão deixando de lado.

Eu acredito que a causa seja o fato de o fã ocidental de animação japonesa ser um cara (ou uma mina!) formado na internet. Na minha época de fã, eu me lembro de gastar fortunas com cards, VHS, mangás e produtos que lembravam o que eu mais gostava (que era Dragon Ball!). Os fãs que evoluíram depois de mim também gastavam comprando DVDs e outros produtos. É só nos lembrarmos de Cavaleiros do Zodíaco, dos mangás que vendiam muito, dos DVDs que foram um sucesso, dos Cloth Myth, dos produtos para festas, fantasias para crianças, etc.

American Goku!

American Goku!

Infelizmente, a nova geração de fãs está bem longe de gastar com estas coisas. Ele vê tudo pela internet, consome mangás escaneados e traduzidos, baixa jogos piratas e não tá nem aí pro que vá acontecer daqui pra frente.

E falando em Animax, TODOS os canais do mundo inteiro vão sofrer a mudança radical com EXCEÇÃO do Japão onde deverá continuar o mesmo porque lá o povo consome e muito. É quase impossível estando no Japão ficar sem comprar um chaveiro, um adesivo ou até mesmo cantar no karaokê as músicas da modinha.

E aqui a galera se contenta em baixar tudo de graça, não consome quase nada e ainda reclama que isso tá caro, que aquilo tá caro e assim vai. Sabe qual é o novo alvo deste “novo” Animax? Aqueles garotos “pseudo-alternativinhos” que a galera tende a chamar de geração MTV. Um cara que trabalha e tem entre os seus 16 e 18 anos e gasta uma boa parte do salário em bugigangas e coisas bacanas do mundo pop. Tem um amigo meu que define a MTV como uma coisa engraçada, algo assim: “O cara que assiste esse canal é um cara que  fuma maconha e quando o chamam de maloqueiro fica com raiva, ao mesmo tempo em que gasta a grana do pai com coisas idiotas e quando é chamado de Boy fica com raiva também. Ou seja o cara é meio hype, meio playboy”. Essa não é a minha opinião, hein! Que fique bem claro isso! Mas deu pra notar que é pra esses caras que as novas empresas estão mirando no futuro, o cara adolescente que ganha um troco e é guiado pela modinha. Aliás, eu acho que sempre foi assim. Temos que reconhecer. O único problema é que talvez a moda do anime tenha acabado no resto do planeta com exceção do Japão.

O cara das novas modinhas é o tipo de pessoa que vai consumir no lugar dos “fãs de anime” que não se importam o suficiente com o mercado porque se formaram na época do Free, a teoria onde tudo que vem da web tem que ser de graça.

E o fã de anime de hoje é internauta mesmo, se forma na rede. Até porque ele não fica sabendo de mais nada fora desse meio digital, já que por aí já não se fala mais sobre o assunto. (Só como exemplo, canais americanos e japoneses resolveram exibir alguns animes de graça em seus sites oficiais na tentativa de encontrar uma maneira de ganhar dinheiro com isso no futuro!)

Será que há uma solução para que vocês não sejam abandonados?

Os games também sofrem por isso. Eu estou trabalhando em uma editora agora e dentro de um núcleo de games. Já, já, vocês ouvem falar de mim por aí. Por enquanto mantemos o sigilo…rs.. :P

Pesquisando sobre o que estamos fazendo, eu resolvi entrar na internet e ler o que os caras dizem sobre a revista que é publicada pela editora em que eu trabalho, e comecei a ouvir opiniões muito ruins sobre o assunto. Tem até um tópico chamado: “A decadência das revistas de games” que fala como as revistas de games são desatualizadas no mercado, como não vale a pena gastar uma grana com elas e como tem gente que compra só pra ser saudosista, não porque realmente curta e tal. Eu li e fiquei super chateado, mas depois eu pensei: “Po, mas não é pra esse cara que tô querendo criar alguma coisa! Esse cara lê as notícias da web e baixa tudo pirata. Definitivamente não é ele quem vai gastar 10 pilas na minha revista”. E tenho que confessar que já pensei que as revistas iam acabar assim também, mas sei que não posso esquecer você, “cara maluco que acha que as revistas têm que acabar”, mas tenho que lhe dizer uma coisa da mesma forma que alguém me disse, sinceramente, espero que na hora certa, você dê a chance de ver o que anda chegando ao mercado. De repente você pode se surpreender.

Tem que haver uma maneira de se criar um meio-termo entre revista e internet algo que nos últimos 5 anos grandes editoras achavam que não existia, mas existe sim. Anos atrás, uma revista gigantescas e tradicionail, a Electronic Gaming Monthly parou sua publicação. Foi vendida pra concorrente porque tudo o que a revista fazia era facilmente encontrado na internet. Como eu disse antes, a internet tornou a procura por informações infinitamente mais fácil. Então como resolver isso? A solução está em fazer aquilo que não existe na web em integrar um conteúdo que junte tanto o fã da net quanto o das revistas. Todo mundo sabe que isso é possível, mas é tão mais complicado! Com pouca grana e muito esforço, logo qualquer jornalista perde o pique e passa a copiar tudo da internet porque é o jeito mais simples. Já no meu caso, eu quero que o cara copie da minha revista e jogue na rede! Faça o inverso!

Esse pensamento é maluco, mas ele existe! Basta olhar para uma publicação de games gigantesca como a japonesa Famitsu, por exemplo! Ela tem as suas páginas escaneadas toda a semana na web e suas notícias correm o mundo através de seu site. Você não iria querer comprar algo assim? Quando eu estava no Japão, gastei uma boa grana comprando a Famitsu. Eu ficava tão feliz toda a semana porque sempre tinha algo novo e estando por lá eu sabia que era um dos primeiros brasileiros do planeta a saber o que rolava.

Pensando nisso, eu fico alucinado! Parece um trabalho de gente louca porque é muito grande e eu não ganho o suficiente para isso (aliás no cenário de games nacional, ninguém ganha!). De qualquer maneira, se eu não conseguir, pelo menos devo ter a sensação de que eu tentei..rs..

E qual não foi a minha surpresa ao olhar nas bancas da Av. Paulista e perceber que a revista americana Gamepro continua a ser publicada até hoje. E depois disso, resolvi dar uma olhada na web e descobri que a Electronic Gaming Monthly retornará em dezembro e pelas mãos do criador Steve Harris!… Olha só o site deles: http://www.egmnow.com/

Poxa, revistas tradicionais americanas estão voltando, talvez uma tradicional brasileira também possa renascer não acham?

Gantz – Live Action – Mais Detalhes!

8 out
Só porrada hein!

Só porrada hein!

Kazunari Ninomiya (Arashi) e Kennichi Matsuyama (“L” do filme Death Note) serão os dois protagonistas da versão cinematográfica de Gantz, mangá publicado na revista semanal japonesa Young Jump (e no Brasil pela Panini Comics!). A notícia foi revelada no dia 8 de outubro e hoje mais detalhes vieram a tona. O filme será dividido em duas partes cujo lançamento deve acontecer no inverno e na primavera japonesa de 2011.

Gantz foi criado por Hiroya Oku e conta a história de Kei Kurono (Ninomiya) e Masaharu Katou (Matsuyama), dois jovens que foram mortos atropelados por um metrô. Milagrosamente, os dois são transportados para uma estranha sala onde participam de um jogo sanguinário, comandado por uma esfera negra (Gantz).
No filme, as idades dos personagens serão alteradas. Enquanto Kei será um estudante da faculdade a procura de emprego, Masaharu já estará trabalhando.

O mangá já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no Japão e continua a ser publicado, por isso os filmes terão um final original.

O diretor do filme Hottarake no Shima, feito quase inteiro em computação gráfica, Shinsuke Satou deve dirigir a produção.

Enquanto Yusuke Watanabe de 20th Century Boys está escrevendo o roteiro e Takahiro Satou do longa-metragem Death Note será o produtor.

Cantora Mitsuko Horie vem ao Brasil!

6 out

mitsukoPo, eu fiquei sabendo da vinda da Mitsuko Horie (intérprete de anisongs, tokusongs e dubladora) através do twitter do Tokusatsu.com.br na semana passada, dizendo que ela faria um show em Belém no Nihon Matsuri, e hoje o J-Wave atualizou a notícia falando que ela fará um show também em São Paulo, durante a Fest Comix.

Po, o que é mais legal é que de 2003 para cá o número de cantores que tem visitado o Brasil foi aumentando bastante. E o Japão ainda está cheio de gente que não veio, mas tem vontade de vir. Acho que a vinda da Mitsuko Horie é mais uma chance de se mostrar um pouco da cultura pop japonesa. Eu dei uma lida no blog dela e aparentemente ela está bem empolgada em vir. Além de ter tomado vacina contra febre amarela como já foi dito por outros sites, ela ainda comprou um netbook pra poder atualizar o blog, com imagens e textos, e gravar os cds de karaokê.

A cantora deve se apresentar no Brasil nos dias 18 em São Paulo durante a Fest Comix e no dia 24 de outubro no Nippon Matsuri Preview que acontece em Belém. Só fique atento aos horários! Pelo menos em São Paulo, o show da cantora acontece as 11h e em Belém não sei, mas o evento rola das 17h as 19h.

Acho que na quinta, eu vou poder comentar a novidade que me deixou fora do blog nestes dias!