Ultimamente tenho procurado algumas tirinhas para colocar no twitter do site que trabalho e sempre acabo encontrando algumas engraçadas sobre games. Olha só.
Ultimamente tenho procurado algumas tirinhas para colocar no twitter do site que trabalho e sempre acabo encontrando algumas engraçadas sobre games. Olha só.
A estudante chinesa Wang Jiayun ganhou muita popularidade em sites coreanos na internet, logo depois que postou uma série de fotos em seu blog no dia 16 de fevereiro. A estudante que tem 1.64 m de altura e pesa 42 kg recebeu mais de 3 milhões de visitas. Somente no dia 17 de fevereiro foram 1.18 milhão.
O codinome da garota no blog é “iceberg” (冰山 = bingshan em chinês) porque ela gosta da cor branca (e também porque é muito branca!). O motivo de ter recebido tantas visitas e comentários entusiasmados de fãs coreanos é porque a garota parece uma daquelas “bonecas infláveis” japonesas bem caras que quase se parecem com uma pessoa de verdade. A mistura da pele branca da garota e as poses nas fotos davam a entender que ela não era real, mas Wang na verdade vive em Shenzhen, província de Guangdong, China e é muito real. Veja mais fotos! (mais…)
Acho que o primeiro contato que tive com algo relacionado a cultura pop japonesa aconteceu na época do Boom dos videogames lá pelo final de 1990 ou 1991. As locadoras abarrotadas de jogos lutavam entre si umas para ter mais games do que as outras. As revistas fervilhavam lançamentos e eu como numa sorveteria demorava um bom tempo para escolher o que queria. E jogos japoneses faziam parte do menu das locadoras, já que elas estavam sempre tentando obter os lançamentos do jeito mais rápido possível e o Japão foi o país responsável por reviver essa viciante mania, depois da Atari ter quebrado pela primeira vez (entre 1972 e 1984). Mas não é só nisso em que eles são bons.
No final da Segunda Guerra Mundial, o país fora destruído pelos bombardeios americanos e sua economia havia sido aniquilada por terem transformado toda sua indústria em esforços de guerra. Mesmo assim, com a ajuda externa, o país se recuperou economicamente em um pouco mais de 50 anos. Uma coisa assim só foi possível por causa do esforço coletivo dos japoneses que transformaram seu país na segunda maior potência econômica do planeta. Sendo assim, não demorou muito para o Japão despontar como um dos maiores exportadores do mundo. Mas este pequeno país, mesmo hoje, importa quase 80% de tudo o que consome, o que então o transformaria numa potência? A resposta é simples, a tecnologia. O país ficou famoso por “reinventar, transformar, recriar e melhorar” idéias que já existiam. Sim, o Japão recicla e vende novos e melhores produtos.
Foi assim com a revolução dos videogames, dos computadores, câmeras digitais, mp3 players e etc. Histórias em quadrinhos (mangás), desenhos animados (anime) e a música também sofreram transformações, tendo os EUA como fonte de inspiração, esses elementos foram adaptados ao gosto japonês e passaram a ser vorazmente consumidos por lá. Agora você deve querer saber, como isso foi cair no gosto de muitos jovens pelo mundo afora, certo? Pois bem, nos países onde existe uma colônia de descendentes de japoneses como é o caso do Brasil, sempre houve um movimento tímido de pessoas que curtiam esta cultura pop. Assim, assistir aos animes e ler mangás era uma forma de manter os descendentes de japoneses, principalmente os jovens, interessados em sua língua, tradições e raízes. E este movimento só foi parar no gosto mundial quando tornou-se mais evidente o processo de globalização. E, certamente, um dos responsáveis por acelerar este processo foi a internet.
A internet é uma tecnologia que surgiu, aparentemente, de uma experiência militar americana e que quebrava de uma única vez os três elementos da física: o tempo, a massa e o espaço. Por exemplo, sem precisar se deslocar para ir a uma biblioteca, perder tempo pesquisando e nem ter que levar um livro pesado para casa, era muito mais fácil ter acesso a mihões de informações a poucos cliques de distância. Desta maneira, a internet passou a difundir a cultura mundial. E foi no meio dessa revolução tecnológica que entraram os desenhos animados, quadrinhos e música japonesa que hoje são consumidos e apreciados no mundo inteiro. Quando a internet caiu na mão do público, acabou dando voz a milhões de jovens ávidos por trocar informações e no meio disto tudo o Japão, que está sempre na vanguarda do que há de mais Hightech, passou a transmitir sua cultura popular que tornou-se a mais querida por adolescentes e jovens ao redor do planeta.
Basicamente, se você não conseguisse ter acesso a cultura pop japonesa de forma tão eficiente, certamente jamais teria chance de consumi-la da maneira que fazemos hoje. E provavelmente não estaria perdendo seu tempo vindo aqui ler as coisas que eu escrevo.
Segundo informou o Yomiuri, empresas e organizações a partir do ano que vem serão capazes de usar sufixos como “.nippon”, “.kyoto” e “fujisan” escritos em japonês mesmo.
Os grupos financeiros relacionados a internet e outros orgãos criaram um conselho para que domínios de alto nível pudessem ser escritos em japonês. Este conselho deve intermediar o processo de mudança entre empresas domésticas e outras organizações com uma empresa americana que administra os domínios no mundo inteiro.
O Conselho espera receber pedidos de orgãos administrativos ainda no primeiro semestre de 2010. A prioridade é tornar disponíveis esses domínios de alto nível para as empresas.
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